Geralmente eu gosto dessa viagem Curitiba-BH porque tenho tempo de parar a refletir sobre a vida, sobre a minha vida.
É aí que eu paro pra pensar se faz mesmo sentido viver longe da minha família e dos meus amigos, se faz mesmo sentido utilizar um sistema operacional livre, se faz mesmo sentido esperar que o Galo ganhe alguma coisa esse ano, se faz mesmo sentido beber Brahma e não experimentar aquela cerveja verde. Penso sobre o algoritmo que tá me matutando faz uma semana. Penso sobre aquilo que ela me falou e sobre o que eu queria que ela tivesse dito. Penso sobre a questão ambiental alida ao desemprego em massa. Ah! E não poderia deixas de citar as filosofias matemáticas que rondam a minha cbaeça nesse intervalo também.
E pensando sobre essas coisas, muitas vezes eu encontro soluções que não encontraria estando parado num lugar, seja Minas ou Paraná. Não sei, acho que eu nasci com o pé na estrada mesmo, é incrível como eu gosto de viajar – nos dois sentidos cabiveis e possíveis. A estrada tem sobre mim um efeito muito benéfico.
Não sei quanto a vocês, mas o meu retiro espiritual se chama rodovia. Seja Fernão Dias, 262 ou 040.
E, velho, é sério. Quanto mais eu viajo, mais eu percebo que não consigo parar quieto num lugar. Acho que nos últimos anos o maior tempo que eu fiquei “dentro” de uma cidade foi dois meses, esses últimos dois meses que fiquei em Curitiba.
Essa viagem pra Minas foi muito providencial, ninguém de lá sabe que tô indo. Eu precisava ficar e colocar meus estudos em dia, esse fim de semestre ainda vai me matar! Mas, sei lá, dane-se. É preciso fazer umas loucuras de vez em quando, e garanto que em Minas vou conseguir forças pra terminar o semestre que eu não conseg
uiria estando no Paraná.
Ah! Sei lá, já falei demais. Deixa eu desligar o notebook que minha bateria não tá lá essas coisas e esses balanços não devem fazer muito bem pro disco rígido.
Beijo pra quem é de beijo, abraço pra quem é de abraço. Bom dia pra quem é de bom dia, boa-noite pra quem é de boa noite ….
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