Não vou lamentar, o que passou passou
Eu vou embora, meu tempo acabou
Tenho muita coisa para descobrir
Eu sinto muito mas tenho que ir
Vou indo porque nada mais me prende aqui
É o final do show
E não fique magoado porque vou partir
É só o jeito que eu sou
Changes lá vem meu trêm
Vem meu trêm
To saindo fora e agora eu vou me dar bem
Changes lá vem meu trêm
Vem meu trêm
Sei que tá na hora e eu vou me dar bem
Sempre em frente, nunca pra trás
Não é por nada não mas vou me divertir
Enquanto a vida assim permitir
Só procurar, fazer amigos do bem se precisar, ajudar também
E agora a liberdade e o horizonte
Só voce não sacou
Nova york, ipanema ou Hong Kong
É nessa ai que eu tô
Changes lá vem meu trêm
Vem meu trêm
Tô saindo fora porque eu sei que vou me dar bem
Changes lá vem meu trêm
Vem meu trêm
Sei que tá na hora e eu vou me dar bem
Sempre em frente, nunca pra trás
Livre eu me sinto, sublime
Gente mais gente
O mar e o céu azul
Changes lá vem meu trêm
Vem meu trêm
Tô saindo fora e eu sei que vou me dar bem
Changes lá vem meu trêm
Vem meu trêm
Tô saindo fora e eu sei que vou me dar bem
Sempre em frente, nunca pra trás
Sempre em frente, nunca pra trás
quarta-feira, 30 de junho de 2010
com você aprendi
hoje estive pensando sobre o que aprendi todo aquele tempo com você ...
é verdade que aprendi muita coisa, que sabonete branco é melhor pra pele. que escovar os dentes antes de tomar café é melhor, depois que escovar dente depois do café é melhor. aprendi a ouvir música sertaneja.
mas, no meio disso tudo o que aprendi, o que vai ficar mesmo: é que não posso confiar nas pessoas. não como confiei em você. não como acreditei em você. não como achava que você seria sincera e leal comigo.
ah! vai à merda! pra quê que tô falando isso?
é verdade que aprendi muita coisa, que sabonete branco é melhor pra pele. que escovar os dentes antes de tomar café é melhor, depois que escovar dente depois do café é melhor. aprendi a ouvir música sertaneja.
mas, no meio disso tudo o que aprendi, o que vai ficar mesmo: é que não posso confiar nas pessoas. não como confiei em você. não como acreditei em você. não como achava que você seria sincera e leal comigo.
ah! vai à merda! pra quê que tô falando isso?
terça-feira, 29 de junho de 2010
rien
já faz um certo tempo que não escrevo nada aqui.
não que eu tenha muita coisa a dizer, mas como perdi a paciência com o twitter e tô a fim de falar besteira, vou usar esse blog mesmo.
me habituei de tal forma a usar os 140 caracteres que sempre que digito no word fico de olho naquela barrinha que conta as palavras e letras em baixo.
não vou divagar sobre o twitter aqui, tem muita gente fazendo isso por aí já ...
mas, o mais bacana é que já tô chegando no fim do 1o período, e isso significa que serei, tecnicamente, 10% engenheiro daqui a pouco. e olha que eu nem percebi o tempo passar. já faz quatro meses que tô em curitiba e às vezes parece que foi ontem que cheguei.
ah, cara! sei lá .. tô cansado, tenho uma prova de cálculo amanhã, depois de amanhã uma de física. preciso estudar!
não que eu tenha muita coisa a dizer, mas como perdi a paciência com o twitter e tô a fim de falar besteira, vou usar esse blog mesmo.
me habituei de tal forma a usar os 140 caracteres que sempre que digito no word fico de olho naquela barrinha que conta as palavras e letras em baixo.
não vou divagar sobre o twitter aqui, tem muita gente fazendo isso por aí já ...
mas, o mais bacana é que já tô chegando no fim do 1o período, e isso significa que serei, tecnicamente, 10% engenheiro daqui a pouco. e olha que eu nem percebi o tempo passar. já faz quatro meses que tô em curitiba e às vezes parece que foi ontem que cheguei.
ah, cara! sei lá .. tô cansado, tenho uma prova de cálculo amanhã, depois de amanhã uma de física. preciso estudar!
domingo, 20 de junho de 2010
oração masculina
Um brinde a nós, homens, portadores da inteligência e que nenhuma fdp sabe dar valor!
Que as nossas sejam nossas, que as dos outros sejam nossas, que as nossas nunca sejam dos outros, e que se forem deles, que sejam frias!!!
Bebo porque vejo no fundo deste copo a imagem da mulher amada…
Que a fonte nunca seque e que nossa sogra nunca se chame Esperança porque Esperança é a última que morre!
Que nossa esposa seja rica, que as nossas amantes sejam gostosas e que elas nunca se encontrem.
Deus é 10, Romário é 11, whisque é 12, Zagallo é 13, e acima de 14 eu to pegando!
Que sobre, nunca nos falte, e que a gente dê conta de todas,
AMÉM
Que as nossas sejam nossas, que as dos outros sejam nossas, que as nossas nunca sejam dos outros, e que se forem deles, que sejam frias!!!
Bebo porque vejo no fundo deste copo a imagem da mulher amada…
Que a fonte nunca seque e que nossa sogra nunca se chame Esperança porque Esperança é a última que morre!
Que nossa esposa seja rica, que as nossas amantes sejam gostosas e que elas nunca se encontrem.
Deus é 10, Romário é 11, whisque é 12, Zagallo é 13, e acima de 14 eu to pegando!
Que sobre, nunca nos falte, e que a gente dê conta de todas,
AMÉM
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Sul da América
Lembra quando você era criança e atravessar a rua era uma missão que envolvia inúmeros riscos e, por conseqüência, emoções inenarráveis? Quando ir até outro bairro era algo feito às escondidas e com muito medo? É mais ou menos essa sensação a que tenho agora, só que o outro lado da rua é outro estado, o outro bairro é outro país.
Falando em termos práticos, em julho vou até Buenos Aires, e de lá passo em Montevidéu.
Hoje conversando com minha avó pelo telefone, ela me disse: “Cê vai nesses lugar doido aí, mas não esquece de voltar, hein!?” – não sei se conforta minha avó, mas parafraseando Raul, “tudo acaba onde começou”.
Em janeiro, hospedei em minha casa (quando eu ainda tinha uma casa) uma amiga australiana que estava em turnê pelo mundo. Saiu de Sidney, chegou a Buenos Aires, de lá foi pro Rio (de Janeiro), passou em Minas, fez um cruzeiro pela América do Sul, então foi até Madrid, passou em Gotemburgo, e de lá até o Japão antes de voltar pra casa.
Mas o mais bacana disso é esse “cruzeiro” não custou “os olhos da cara”. A Mikhaila é uma garçonete e estudante de história em Sidney, ganha por hora e não é de família rica. O que quero dizer com isso é que viajar não é um item de luxo, mas sim de disposição. Tudo se resume a uma mochila nas costas e vontade de ir ... até onde o fôlego agüentar.
O fato é que ter estado em contato com essa “maluca” durante algum tempo mexeu muito comigo, eu percebi que a vida que levava não fazia tanto sentido assim mais – queria experimentar novas emoções. Vim parar em Curitiba, e daqui vou pro mundo... Ah! Se vou!
Sair, efetivamente, de casa foi uma das melhores escolhas que já fiz. Eu sempre tive uma inveja branca desses meus amigos malucos que conhecem metade do mundo, seja pessoalmente ou não. That’s my time and i’m just starting.
Falando em termos práticos, em julho vou até Buenos Aires, e de lá passo em Montevidéu.
Hoje conversando com minha avó pelo telefone, ela me disse: “Cê vai nesses lugar doido aí, mas não esquece de voltar, hein!?” – não sei se conforta minha avó, mas parafraseando Raul, “tudo acaba onde começou”.
Em janeiro, hospedei em minha casa (quando eu ainda tinha uma casa) uma amiga australiana que estava em turnê pelo mundo. Saiu de Sidney, chegou a Buenos Aires, de lá foi pro Rio (de Janeiro), passou em Minas, fez um cruzeiro pela América do Sul, então foi até Madrid, passou em Gotemburgo, e de lá até o Japão antes de voltar pra casa.
Mas o mais bacana disso é esse “cruzeiro” não custou “os olhos da cara”. A Mikhaila é uma garçonete e estudante de história em Sidney, ganha por hora e não é de família rica. O que quero dizer com isso é que viajar não é um item de luxo, mas sim de disposição. Tudo se resume a uma mochila nas costas e vontade de ir ... até onde o fôlego agüentar.
O fato é que ter estado em contato com essa “maluca” durante algum tempo mexeu muito comigo, eu percebi que a vida que levava não fazia tanto sentido assim mais – queria experimentar novas emoções. Vim parar em Curitiba, e daqui vou pro mundo... Ah! Se vou!
Sair, efetivamente, de casa foi uma das melhores escolhas que já fiz. Eu sempre tive uma inveja branca desses meus amigos malucos que conhecem metade do mundo, seja pessoalmente ou não. That’s my time and i’m just starting.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
pensando
Geralmente eu gosto dessa viagem Curitiba-BH porque tenho tempo de parar a refletir sobre a vida, sobre a minha vida.
É aí que eu paro pra pensar se faz mesmo sentido viver longe da minha família e dos meus amigos, se faz mesmo sentido utilizar um sistema operacional livre, se faz mesmo sentido esperar que o Galo ganhe alguma coisa esse ano, se faz mesmo sentido beber Brahma e não experimentar aquela cerveja verde. Penso sobre o algoritmo que tá me matutando faz uma semana. Penso sobre aquilo que ela me falou e sobre o que eu queria que ela tivesse dito. Penso sobre a questão ambiental alida ao desemprego em massa. Ah! E não poderia deixas de citar as filosofias matemáticas que rondam a minha cbaeça nesse intervalo também.
E pensando sobre essas coisas, muitas vezes eu encontro soluções que não encontraria estando parado num lugar, seja Minas ou Paraná. Não sei, acho que eu nasci com o pé na estrada mesmo, é incrível como eu gosto de viajar – nos dois sentidos cabiveis e possíveis. A estrada tem sobre mim um efeito muito benéfico.
Não sei quanto a vocês, mas o meu retiro espiritual se chama rodovia. Seja Fernão Dias, 262 ou 040.
E, velho, é sério. Quanto mais eu viajo, mais eu percebo que não consigo parar quieto num lugar. Acho que nos últimos anos o maior tempo que eu fiquei “dentro” de uma cidade foi dois meses, esses últimos dois meses que fiquei em Curitiba.
Essa viagem pra Minas foi muito providencial, ninguém de lá sabe que tô indo. Eu precisava ficar e colocar meus estudos em dia, esse fim de semestre ainda vai me matar! Mas, sei lá, dane-se. É preciso fazer umas loucuras de vez em quando, e garanto que em Minas vou conseguir forças pra terminar o semestre que eu não conseg
uiria estando no Paraná.
Ah! Sei lá, já falei demais. Deixa eu desligar o notebook que minha bateria não tá lá essas coisas e esses balanços não devem fazer muito bem pro disco rígido.
Beijo pra quem é de beijo, abraço pra quem é de abraço. Bom dia pra quem é de bom dia, boa-noite pra quem é de boa noite ….
É aí que eu paro pra pensar se faz mesmo sentido viver longe da minha família e dos meus amigos, se faz mesmo sentido utilizar um sistema operacional livre, se faz mesmo sentido esperar que o Galo ganhe alguma coisa esse ano, se faz mesmo sentido beber Brahma e não experimentar aquela cerveja verde. Penso sobre o algoritmo que tá me matutando faz uma semana. Penso sobre aquilo que ela me falou e sobre o que eu queria que ela tivesse dito. Penso sobre a questão ambiental alida ao desemprego em massa. Ah! E não poderia deixas de citar as filosofias matemáticas que rondam a minha cbaeça nesse intervalo também.
E pensando sobre essas coisas, muitas vezes eu encontro soluções que não encontraria estando parado num lugar, seja Minas ou Paraná. Não sei, acho que eu nasci com o pé na estrada mesmo, é incrível como eu gosto de viajar – nos dois sentidos cabiveis e possíveis. A estrada tem sobre mim um efeito muito benéfico.
Não sei quanto a vocês, mas o meu retiro espiritual se chama rodovia. Seja Fernão Dias, 262 ou 040.
E, velho, é sério. Quanto mais eu viajo, mais eu percebo que não consigo parar quieto num lugar. Acho que nos últimos anos o maior tempo que eu fiquei “dentro” de uma cidade foi dois meses, esses últimos dois meses que fiquei em Curitiba.
Essa viagem pra Minas foi muito providencial, ninguém de lá sabe que tô indo. Eu precisava ficar e colocar meus estudos em dia, esse fim de semestre ainda vai me matar! Mas, sei lá, dane-se. É preciso fazer umas loucuras de vez em quando, e garanto que em Minas vou conseguir forças pra terminar o semestre que eu não conseg
uiria estando no Paraná.
Ah! Sei lá, já falei demais. Deixa eu desligar o notebook que minha bateria não tá lá essas coisas e esses balanços não devem fazer muito bem pro disco rígido.
Beijo pra quem é de beijo, abraço pra quem é de abraço. Bom dia pra quem é de bom dia, boa-noite pra quem é de boa noite ….
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