quinta-feira, 10 de março de 2011

texto 10

10!

enquanto alimento meu vício de internet tô aqui me debatendo na quantidade de coisa que acontece enquanto conversamos com uma pessoa por um mensageiro instantâneo na internet. olha só ...
primeiro a gente bate a tecla, nesse momento um pulso elétrico codificado é gerado no teclado. então é necessário um algoritmo pra decodificar esse sinal elétrico e interpretar o que você tá digitando. pois bem, então as letras vão surgindo magicamente numa tela que foi planejada de acordo com as técnicas ergonômicas mais atuais possível. na verdade, esse magicamente não é tão magicamente assim, provavelmente o sinal decodificado foi passado pro sistema operacional que através de uma api transmitiu a mensagem pra aplicação que usou um objeto encapsulado em alguma biblioteca pra exibir na tela. pois bem, quando você termina de digitar a mensagem e aperta enter na intenção de enviar a mensagem. nesse momento, mais um sinal elétrico específico pra tecla desejada é lido pelo sistema e esse evento é tratado. nesse momento, sua porta de conexão com a internet (modem/placa de rede/sinal de fumaça) é acionada, não sem antes ser carregada toda uma biblioteca que vai verificar se você está ou não conectado à rede. em caso positivo, sua mensagem é então possivelmente transformada num objeto duma classe bem definida que vai ser transmitida em forma de, novamente, sinal elétrico binário por vibras óticas espalhadas pelo mundo. aqui não dá pra não falar do algoritmo avançado que determina a melhor rota entre você e seu destino. quando chega lá do outro lado, os bits são de novo decodificados e todo o processo de hardware/sistema operacional/aplicação é refeito e seu/sua destinatári* recebe sua mensagem assim como você a digitou do lado de cá ...


legal, né? na verdade, não é tão simples assim ...

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