Segue, pois, esta sã e salutar forma de vida: concede ao corpo apenas o que for suficiente para um bom estado de saúde. É necessário tratá-lo com severidade para que não desobedeça à mente: a comida deve acalmar a fome, o beber, a sede, as roupas devem proteger do frio, a casa, ser abrigo contra o mau tempo. Não importa se foi construída com taipa ou com mármore importado: saiba que um teto de palha abriga o homem tão bem quanto o de ouro. Despreza tudo o que um trabalho supérfluo estabelece como enfeite e requinte, pensa que nada é extraordinário a não ser a alma e que, para uma uma alma grande, nada é grande.
Sêneca, Da Solidão dos Filósofos
quinta-feira, 31 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
texto 10
10!
enquanto alimento meu vício de internet tô aqui me debatendo na quantidade de coisa que acontece enquanto conversamos com uma pessoa por um mensageiro instantâneo na internet. olha só ...
primeiro a gente bate a tecla, nesse momento um pulso elétrico codificado é gerado no teclado. então é necessário um algoritmo pra decodificar esse sinal elétrico e interpretar o que você tá digitando. pois bem, então as letras vão surgindo magicamente numa tela que foi planejada de acordo com as técnicas ergonômicas mais atuais possível. na verdade, esse magicamente não é tão magicamente assim, provavelmente o sinal decodificado foi passado pro sistema operacional que através de uma api transmitiu a mensagem pra aplicação que usou um objeto encapsulado em alguma biblioteca pra exibir na tela. pois bem, quando você termina de digitar a mensagem e aperta enter na intenção de enviar a mensagem. nesse momento, mais um sinal elétrico específico pra tecla desejada é lido pelo sistema e esse evento é tratado. nesse momento, sua porta de conexão com a internet (modem/placa de rede/sinal de fumaça) é acionada, não sem antes ser carregada toda uma biblioteca que vai verificar se você está ou não conectado à rede. em caso positivo, sua mensagem é então possivelmente transformada num objeto duma classe bem definida que vai ser transmitida em forma de, novamente, sinal elétrico binário por vibras óticas espalhadas pelo mundo. aqui não dá pra não falar do algoritmo avançado que determina a melhor rota entre você e seu destino. quando chega lá do outro lado, os bits são de novo decodificados e todo o processo de hardware/sistema operacional/aplicação é refeito e seu/sua destinatári* recebe sua mensagem assim como você a digitou do lado de cá ...
legal, né? na verdade, não é tão simples assim ...
enquanto alimento meu vício de internet tô aqui me debatendo na quantidade de coisa que acontece enquanto conversamos com uma pessoa por um mensageiro instantâneo na internet. olha só ...
primeiro a gente bate a tecla, nesse momento um pulso elétrico codificado é gerado no teclado. então é necessário um algoritmo pra decodificar esse sinal elétrico e interpretar o que você tá digitando. pois bem, então as letras vão surgindo magicamente numa tela que foi planejada de acordo com as técnicas ergonômicas mais atuais possível. na verdade, esse magicamente não é tão magicamente assim, provavelmente o sinal decodificado foi passado pro sistema operacional que através de uma api transmitiu a mensagem pra aplicação que usou um objeto encapsulado em alguma biblioteca pra exibir na tela. pois bem, quando você termina de digitar a mensagem e aperta enter na intenção de enviar a mensagem. nesse momento, mais um sinal elétrico específico pra tecla desejada é lido pelo sistema e esse evento é tratado. nesse momento, sua porta de conexão com a internet (modem/placa de rede/sinal de fumaça) é acionada, não sem antes ser carregada toda uma biblioteca que vai verificar se você está ou não conectado à rede. em caso positivo, sua mensagem é então possivelmente transformada num objeto duma classe bem definida que vai ser transmitida em forma de, novamente, sinal elétrico binário por vibras óticas espalhadas pelo mundo. aqui não dá pra não falar do algoritmo avançado que determina a melhor rota entre você e seu destino. quando chega lá do outro lado, os bits são de novo decodificados e todo o processo de hardware/sistema operacional/aplicação é refeito e seu/sua destinatári* recebe sua mensagem assim como você a digitou do lado de cá ...
legal, né? na verdade, não é tão simples assim ...
terça-feira, 8 de março de 2011
texto 9
acho que se existe uma expressão pra resumir bem esse ano, seria viagens frustradas. enumerando: a primeira foi a viagem pra montevidéu, planejei desde o ano passado essa viagem, planejei é jeito de dizer, né ... a palavra certa seria: quis essa viagem desde o ano passado. e agora fui acertar as contas na ponta do lápis e descubro que não dá. tranqüilo. outra viagem que planejei no fim do ano passado e que não foi possível mesmo foi a pro psicodália. motivo? dinheiro. daí apareceu a possibilidade de ubatuba. não deu também, preciso nem falar o motivo. mas acho que a culpa dessa quantidade de viagens planejadas e não realizadas foi o próprio reveillon. eu queria mesmo ter ido pra vitória e deu no que deu. aquela história de que o que você faz na virada acaba fazendo o resto do ano? pois é ... deu nisso. de qualquer forma, estive rodeado de amigos, e disso não posso me queixar, tenho dito bastante esse ano. anyway, queria viajar ... across the infinite highway ...
quarta-feira, 2 de março de 2011
texto 8
há um tempo já que tô querendo escrever aqui ...
mas na verdade, acho que tenho concentrado tanto a minha mente em entender o universo matemático/algorítmico que me esqueci como lidar com as palavras ..
o semestre realmente começou, e entre tantas matemáticas acho sim que vou sobreviver. uma parte considerável de minhas economias vai numa calculadora científica programável gráfica, e outra parte vai na aquisição de componentes eletrônicos pras aulas de circuitos elétricos ... mas enfim, são investimentos necessários ...
no âmbito pessoal, muitas cagadas. não tem por que usar outra palavra, tô fazendo muita coisa errada mesmo. na maioria das vezes por ansiedade e insegurança, parece mesmo que o cumpadi uoxinton tava certo: pau que nasce torto nunca se endireita.
mas enfim, é assim mesmo .. vamo aprendendo ..
mas na verdade, acho que tenho concentrado tanto a minha mente em entender o universo matemático/algorítmico que me esqueci como lidar com as palavras ..
o semestre realmente começou, e entre tantas matemáticas acho sim que vou sobreviver. uma parte considerável de minhas economias vai numa calculadora científica programável gráfica, e outra parte vai na aquisição de componentes eletrônicos pras aulas de circuitos elétricos ... mas enfim, são investimentos necessários ...
no âmbito pessoal, muitas cagadas. não tem por que usar outra palavra, tô fazendo muita coisa errada mesmo. na maioria das vezes por ansiedade e insegurança, parece mesmo que o cumpadi uoxinton tava certo: pau que nasce torto nunca se endireita.
mas enfim, é assim mesmo .. vamo aprendendo ..
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