Fazendo um levantamento geral da situação, posso concluir que o acaso é amigo. É fato conhecido por todos os meios pelos quais vim parar em Curitiba – não estava esperando, e de repente, surge a oportunidade, não titubeei – entrei no ônibus e aqui estou.
Por aqui, as coisas foram se encaminhando também. Hoje, estou numa moradia universitária e tenho contato com gente do Brasil e do mundo inteiro. Isso foi por acaso? É claro que foi – mas é de se espantar o acaso dar tão certo. As coisas caminharem pra uma coisa que você não esperava, mas que, de repente, não mais que de repente, você percebe que era aquilo exatamente o que queria – mesmo sem saber o que queria. Por mais que eu tente não admitir, parece haver uma intenção por trás disso. Aliás, a intenção é que por trás disso tudo não haja intenção nenhuma. É assim que to levando os meus dias agora – um de cada vez, cada dia dentro de suas possibilidades e necessidades...
Com o tempo também, conheci e me aproximei de pessoas que fazem o mesmo culto que eu: o da cerveja. E nesse aspecto, também estou contente... Às vezes exagerando, mas é que não dá pra manter o controle no meio de tanto cálculo, física, algoritmo, Marx, lógica...
No mais, tudo bem... Mesmo sem te ver, acho até que estou indo bem. Só apareço, por assim dizer, quando convém aparecer, ou quando quero... Queria até que pudesses me vê, és parte ainda do que me faz forte, e pra ser honesto, só um pouquinho infeliz, mas tudo bem... tudo bem... tudo bem...
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